27 de outubro de 1984 FRANKFURT
Óptimo. Muito bem. Estamos a 27 de Outubro de 1984. Aqui é Frankfurt na Alemanha.
Bem vindos ao Seminário de Telepatia... estou a ver que todos vocês aqui presentes pre-cisam de compreender e fazer exercícios sobre Telepatia. Porque, se fossem Telepatas experientes poderiam acompanhar este encontro algures, lá de fora, e sem terem neces-sidade de pagar o ingresso!
Então, podemos portanto daí presumir que precisam recuperar a vossa capacidade de fazer Telepatia. E melhorá-la. E digo recuperar e melhorar, porque a Telepatia não é coisa que se apense, como uma ciência ou um estudo académico, ou uma nova aquisição. É coisa de que se tem a capacidade inerente de fazer, tal como uma criança tem a capaci-dade inerente de falar. É só aprender as palavras, basta aprender o que fazer com o ar, com a garganta e com os sons. É também assim com a Telepatia. A história da Telepatia é muito longa, digamos. Nos tempos do passado, antes da vida no Planeta Terra houve muitas outras civilizações; temos uma visão delas nos Livros de Fic-ção Científica, por exemplo. As pessoas lembram-se bem delas. Havia Telepatia naque-las civilizações, e servia tanto como dispositivo de comunicação, como apenas um meio para comunicar entre amigos e famílias e, pessoas com o mesmo tipo de ocupação.
Contudo, ao longo do tempo isto tornou-se quase um segredo, e conforme avançamos pela história da Terra, encontramos muito secretismo no que respeita a Telepatia, ou en-contramos referências a criticá-la ou a ridicularizá-la, indicando parecer tratar-se apenas de coisas da imaginação, que não é mesmo verdade, que realmente não existe, é só uma fantasia mística. Ora tal também se poderia dizer de um bebé que faz: “Gu-gu. Dá-dá.” Poderia dizer-se: “Estão a ver, não pode falar. Estes sons que ele faz não significam na-da!” Sim, poderia dizer-se isso de uma criança; e as pessoas que falam assim são, na Te-lepatia, como essa criança, ou porque perderam a sua capacidade, ou porque a tiveram grandemente invalidada. E, como não o conseguem fazer, não acreditam que haja alguém que o consiga.
Portanto, a sua história neste planeta tem sido envolta em segredo, e tem estado ligada a práticas religiosas, ou ocultas. Há histórias de pessoas com poderes mentais para lerem a mente, poderes mentais para comunicar pensamentos à distância, poderes mentais para acordar pessoas no meio da noite com uma revelação, há histórias de pessoas que ou-vem vozes... o que é tudo isso? Nem tudo é Telepatia, pois as pessoas podem imaginar estas coisas, mas algumas destas coisas são, provavelmente e possivelmente, Telepatia. Todos já ouviram histórias daquela mãe que sabia que o filho estava em apuros, ou de alguém que sabia que a irmã, ou irmão, ou algum outro membro da família, queria entrar em contacto consigo, simplesmente porque sabia. E quando telefonou, de lá disseram-lhe: “Sim! Estava mesmo a pensar em ti!”
O que isto significa? Significa que há um fio condutor, fio esse que liga essas duas pes-soas. E por isso estabeleceu-se a comunicação ao longo dessa linha. O caso é que acontece raramente e é mencionado usando vários termos como: “Ocorreu-me”, “Intuição feminina”, “Eu sabia que a minha irmã me queria falar”, “Senti que era hora de agir, e não é que foi a melhor altura!? Descobri que esse foi o melhor momento de lá ir, porque se-não teríamos perdido a casa toda”, e assim por diante.
Que estão estas pessoas a fazer? Estão a usar capacidades. E quando falam disso, as outras pessoas dizem: “Ah pois, sim, sim...” E se forem com isto para um cientista ou um médico ou um psicólogo, eles dirão: “Ah, ah, ah... sim, siiiimmm... bem, os animais supe-riores realmente têm respostas instintivas aos seus ambientes... e o cão pode cheirar o vento... - fum, fum – e hã... preconceber. Pode sentir coisas à distância, é assim como... ah, creio que é uma reminiscência de um traço animalesco no ser humano.” Desculpem lá, mas não é nada disso. Não é nada disso.
Trata-se realmente de um método de comunicação – um método de saber uma coisa à distância, através do espaço, através do tempo, de uma área para outra, pela capacidade de uma pessoa saber, compreender, chegar até ao outro lado e colher informação.
Ora, esta história é de tal ordem, que há uns quantos “grupos de interesse” que não que-reriam, digamos, que este assunto se espalhasse. Posso prever, por exemplo, que a companhia dos telefones não gostasse disso. Sim. Os jogadores não gostariam disso. Estão a ver? As pessoas que estão a tentar iludir-vos ou enganar-vos... esses também não gostariam disso. Os que dependem do vosso dinheiro pelas comunicações, como as pessoas dos correios, do telégrafo, do telex. Porque, se simplesmente tiverem telepatia treinada, em cada extremidade, não precisarão de nada disso. Tais pessoas não estariam interessadas neste programa. Elas estariam interessadas em pará-lo para que possam continuar a ganhar o seu dinheirinho.
Mas o meu interesse não é ganhar dinheiro. É fazer telepatas competentes. A razão por-que quero fazer telepatas competentes é porque durante a história – na história da Tele-patia – tem-se podido falar disso assim: “Está bem, mas é um mistério, há quem o consiga fazer e há quem não consiga.” Não interessava muito. Mas hoje interessa. Hoje interessa, porque hoje temos uma situação dentro do planeta, ou no planeta, na Terra, entre a maio-ria dos poderes militares e a maioria dos poderes financeiros e a maioria poderes psicológicos bélicos. Eles estão a começar a investigar e desenvolver a Telepatia. E estão a usá-la. A sua intenção é mantê-la em segredo para vós, e usá-la para vos controlar, e mano-brar a sua rede de espionagem sobre, e contra vós. Os segredos militares envolvidos nis-to são mantidos tal como o foram os segredos da bomba atómica: no princípio da bomba atómica, no princípio dos raios laser, das naves espaciais, dos foguetões, das máquinas iónicas – dirão vocês: ”O que é uma máquina iónica?” – bem, ainda é um segredo.
Sim, estas coisas são secretas, porque são usadas de tal forma que, se as pessoas descobrissem ficariam muito chateadas. E talvez não quisessem mais dar o seu rico dinhei-rinho, que lhes custa tanto a ganhar, a um governo que fizesse dessas coisas. E talvez protestassem, e alguns políticos cairiam em desgraça. Contudo eles fazem-no, o que constitui uma ameaça para todos e cada um de nós, a menos que tenhamos para isso um mecanismo de defesa, e um contra-mecanismo. É que espionagem telepática é coisa que já existe neste planeta. Eles já o estão a usar. Mas quando vocês terminarem este curso, garanto que vão saber mais disto que eles.
Não estou a dizer que vão ser capazes de o fazer melhor, mas vou dar-vos alguns exercícios para poderem praticar. E, se praticarem bem estes exercícios, vão tornar-se, penso eu, muito em breve, tão capazes como as pessoas do sistema telepático de espionagem que eles agora têm. Porque eles não são lá muito competentes. Não são mesmo. Interceptei as suas mensagens. Eles espalham as emissões de tal maneira que qualquer um as pode ouvir. Ridículo. Os Russos, os Americanos – ná. A propósito, os Russos vão mui-to à frente dos Americanos nesta matéria.
Ora bem, o que quero é dar-vos os exercícios, e se tiverem alguma dificuldade em melho-rar a vossa capacidade... porque, primeiro que tudo saberão mais que ninguém sobre is-to, e depois vão melhorar a vossa capacidade. E, se tiverem alguma dificuldade, podemos também recomendar um sítio, onde podem ir para melhorar as vossas capacidades psíquicas, através de vários processos. E esses lugares existem na “Independente” – ou como nós dizemos, na Zona Livre da Alemanha e de outros países europeus. Assim, não terão quaisquer barreiras em recuperar totalmente as vossas capacidades telepáticas, ou quaisquer outras capacidades que queiram adquirir.
Bom. Alguma pergunta até este ponto? Algumas perguntas sobre a história e evolução da Telepatia, e para o que está a ser usada hoje em dia? Bem, há uma pergunta óbvia do senhor lá atrás, e que é: “Quem é você? E onde é que recebeu treino para isto?” Não é?
Bem, por ter melhorado as minhas capacidades psíquicas com os vários processos que recebi, Auditando e Treinando Cientologia, eu recuperei toda a capacidade na Telepatia. Fui treinado nisso durante muitos anos como comunicador telepático. E isso foi há muito tempo no passado, numa daquelas História de Ficção Científica de que falámos. Sa-bem... lá atrás. Muito bem. Isso responde à sua pergunta. Bom.
E, ... outras perguntas? Hum... ah, sim! “Pode ler as mentes das pessoas?” Se eu posso ler as mentes das pessoas? Bem, deixe-me dizer-lhe o seguinte: Alguma vez pegou num monte de cubos com as letras do alfabeto, e os atirou ao ar deixando-os cair ao acaso? Pois bem, isso é o que normalmente se parece com as mentes das pessoas. Não me dou ao trabalho de ler isso, não é interessante. O que eu gosto de fazer é pôr as pessoas a melhorar as suas capacidades, até quererem comunicar mentalmente. Não nos interessa ler as mentes das pessoas. Também, que interesse isso tem? Meu Deus!
Contudo, se alguém estiver a usar a Telepatia a fim de prejudicar, ou estiver a fazer qual-quer coisa no pior interesse dos cidadãos deste planeta, nisso nós estamos interessados em saber. E fazendo, digamos, uma inspecção – assim como uma antena de radar, só a olhar à roda, ou uma antena de rádio procurando em roda por alguma coisa – é provável que localizemos isso e descubramos do que se trata. Se alguém estiver a pensar nisso, e o estiver a fazer nessa altura, então de certeza iremos descobrir: “Ah, então é isso que andam agora a fazer? Estou a ver” Sim. Portanto, há também vantagem em ter postos de escuta telepática. Sim, é verdade, podíamos instalar toda uma rede de postos de escuta, e podíamos tornar a Telepatia totalmente inútil para assuntos ligados à guerra, à guerra psicológica e à espionagem. Se toda a gente pudesse descobrir em qualquer altura o que se estava a passar, não haveria razão para a utilizar porque a própria natureza das operações de guerra requer segredo. Não é?
Ora qual é o propósito em fazer isto? Outra pergunta: Qual é o meu propósito em fazer isto? Como disse antes: Tenho interesse em assegurar que as pessoas neste planeta, assim como o próprio planeta, sobrevivam. De facto, esse é o meu único interesse. Estou interessado apenas em que haja uma nova civilização neste planeta, que possa sobreviver, alimentar as pessoas, trocar ideias livremente, entrar em comunicação uns com os outros livremente, trocar produtos e serviços livremente, ter uma moeda estável, coisas assim que são, digamos, os básicos de uma civilização.
Aquilo para que nos arrastamos neste momento, não é uma civilização. É uma máquina de atemorizar que está a induzir as pessoas à escravidão. E, então é por isso que faço isto, quero que as pessoas sejam livres, que realmente compreendam as coisas que es-tão a ser usadas contra elas, e considerarem que podem controlar essas coisas, que po-dem elas mesmas usar as suas próprias capacidades para tentarem defender-se a si próprias contra essas coisas. Em qualquer outro assunto seria o mesmo. É verdade. Se houver por aí alguém a armar-se, para usar essa arma contra mim, ou contra vocês, então, meu deus, quero conhecer essa arma e quero ter uma boa defesa para ela. É óbvio, tem tudo a ver com sobrevivência, não é? Bom. E agora, não há mais perguntas?
Muito bem. Vamos parar aqui um pouco, e depois vamos montar a apresentação. Vou fazer uns cartazes para mostrar a teoria básica da Telepatia e os vários comprimentos de onda por onde ela é transmitida. Muito obrigado.
* * * * *
Muito bem. Esta é a parte dois do Seminário de Telepatia. Nela vamos discutir a teoria e a aplicação prática, isto é, os exercícios que são precisos para melhorar a capacidade telepática.
Primeiro, vou dar-vos as linhas básicas da teoria da Telepatia. Vamos começar primeiro por examinar os comprimentos de onda dos diferentes métodos de comunicação. Se tivermos aqui dois terminais, ou dois locais separados por algum espaço, sendo este aqui o ponto A, e este o ponto B. Digamos que ambos estão na Terra, são duas cidades, por exemplo.(Ver Fig. I)
Figura 1
Sabemos que uma pessoa pode estar aqui, e querer comunicar com outra pessoa ali, certo? Pode fazê-lo de várias maneiras. Aquela que os nossos ancestrais primeiro descobriram foi, claro, que podiam gritar, sabem, pode fazer-se verbalmente e tentar produzir um som bastante alto para que a pessoa ali ouça, não é? Sai daqui, e aquele apanha. Essa é uma maneira. E depois, com a descoberta da electrónica e da electricidade, ele pode pegar no telefone aqui, e aquele tipo atende o telefone ali – claro que estão ligados por uma linha – isso é o telefone. Estão a perceber que o som é produzido nesta ponta, e ouvido naquela outra ponta. Aqui no meio, ele é transportado pela electricidade, variações na electricidade.
Avançaram um pouco, e inventaram o rádio. Então podemos estar aqui com uma antena – bip, bip, bip, bip, bip, bip – este tipo pode ter aqui uma antena, capta o som e ele desce para o receptor. E agora, temos aqui outra coisa que tem uma mais alta frequência. Antes, era a electricidade, mas agora estamos a enviar uma onda, uma onda de verdade, através do ar e, chegando aqui, é recebida e transformada de novo em electricidade, e depois em som. Assim vamos de um, som, para dois, electricidade, e depois temos uma onda. Portan-to, basicamente ainda se usa o som, não é? Pois o som, primeiro foi convertido em electri-cidade por este método, e depois a electricidade é convertida em onda no ar, e chegando à outra ponta, é reconvertida em electricidade, e depois reconvertida em som. Portanto, podemos chamar a tudo isto electrónica. Estes são os métodos electrónicos de comunica-ção, e hoje em dia isto pode acontecer por reenvio via um pequeno satélite, como este aqui que faz: biiiiip, bong, bip, bong - certo? E estas são micro-ondas. Bom. Ora agora te-mos aqui uma situação, em que o homem comunica, e pode comunicar agora, som numa ponta, que se pode transformar em electricidade, para se transformar em onda rádio, até chegar à estação reemissora. Pode fazê-lo a partir daqui, por exemplo, por rádio até aqui, e vai por micro-onda, de volta a micro-onda, e depois outra vez onda rádio, de volta a onda sonora, até chegar à pessoa.
Portanto, temos imensas vias ou métodos de onde, e como isto pode ocorrer. Podem tam-bém já ter ouvido falar de pessoas que, por vezes ouvem um rádio no dente. Isso porque têm um chumbo ou, uma determinada estrutura de cristais ou, uma estrutura molecular no seu dente – determinada conjunção de metais – e podem ouvir um rádio na sua cabe-ça. Isto acontece às vezes. Bem, isto só para vos mostrar até que ponto as coisas podem ser miniaturizadas. Elas podem ser cada vez mais pequenas e, mesmo assim a comuni-cação faz-se. Hoje em dia os aparelhos de comunicação são cada vez mais pequenos. No decorrer dos séculos foram-se tornando sempre mais pequenos. Mas, qual o resultado final disso? Bem, o resultado final disso é certamente, melhores e mais fáceis meios de comunicação. Vamos chamar-lhe comunicação física. Porque em cada caso estamos a usar algo de matéria, ou energia, através do espaço por um tempo. Chamamos-lhe comu-nicação física. Ora bem, isso podem entender pois usam-na todos os dias. Ora isto é o número I.
Agora o número II (Ver Fig. II)... vejamos agora outra coisa.
Figura 2
Pegamos nesta pessoa e naquela pessoa, e retiramos todo o tipo de aditivos electrónicos, e ondas, e rádios, e etc., e vejamos apenas – tal como o tipo que ouvia com o dente – vamos ver o que é que as pessoas têm para poderem comunicar directamente, sim?
Voltamos aqui ao básico: Primeiro, podem usar a voz através do ar. Claro que podem enviar… ou atirar uma carta. Fazer uma carta, escrever aqui e enviá-la, ou atirá-la ao outro tipo. São duas maneiras, certo? Uma é por carta, outra é pela voz.
Agora, alguma vez entraram numa sala e sentiram que alguém estava zangado? Podemos sentir a zanga sem que ninguém diga: “Estou furioso!” Podemos realmente sentir: “Eh pá! Aquela pessoa está zangada!” Sente-se. E podemos sentir quando alguém está triste, e podemos sentir quando alguém está feliz. “Ah aquela pessoa parece feliz!” Porque é que a sentimos feliz, porque pensamos que a pessoa está feliz? Será porque se vê o sorriso dela, ou será outra coisa que a pessoa emana. Vejamos isto, e chamemos-lhe ‘emoção’. Então estas duas pessoas projectam emoção, que pode ser qualquer coisa desde medo – também se pode sentir medo – entramos num sítio onde uma bomba está quase a… há uma ameaça de bomba colocada no aeroporto… entramos, e subitamente sentimos medo. Porque é que sentimos medo? Não sabemos nada sobre a bomba. As outras pessoas sabem, e estão a transmitir: “Medo, medo, medo!”
Portanto, há uma linha de comunicação emocional que pode ser transmitida a uma certa distância para outra pessoa. Agora temos também a intuição; dizem as pessoas: “Ah, a minha irmã quer que lhe telefone”, “O meu filho está em apuros, eu sei, vou ligar-lhe imediatamente”. Sim, tudo isso já aconteceu. Ou, as várias histórias sobre pessoas que de repente se dão conta que alguma coisa, que se está a passar muito longe delas, está a entrar em comunicação, e depois descobrem que é verdade. Então o que é que chama-ríamos a isso? Vamos chamar-lhe ‘pensamento’. Porque é na base do pensamento. Não é necessariamente uma emoção que surge, é uma realidade de, “há qualquer coisa a acontecer acolá”, de que esta pessoa tem a consciência. Portanto chamamos-lhe nível de consciência ou nível de pensamento. OK? Então isso seria bem mais ligeiro. Uma pessoa pode ter consciência de um pensamento.
Agora estou a desenhar uma muito sólida linha de comunicação. É um objecto físico de verdade. É uma linha sólida pelo espaço e podem mesmo sentir as vibrações das vozes na sala, podem de facto sentir o som. Se alguma vez forem a uma discoteca podem sentir isso muito bem. Mas o som atravessa de facto um meio físico. A emoção também chega através de qualquer coisa, mas estou certo que passaria mesmo que ambos estivessem vestidos com fatos espaciais. É algo que não precisa de ar para ser transportado. A emoção não precisa de viajar pelo ar. Portanto, a emoção vai directamente desta pessoa para aquela, e aqui introduzimos uma das primeiras Bandas Telepáticas. Vamos apenas chamar-lhe – e vou escrever aqui – Banda Telepática 1: Emoção. Porque não requer um meio, apenas requer um transmissor e um receptor. Podem senti-la mesmo se estiverem ambos com fatos espaciais no espaço. Podem sentir a emoção entre as duas pessoas. Se uma estiver com medo podem senti-lo. Então eis aqui a nossa primeira Banda de Telepa-tia. Estamos perante algo que pode transmitir simultaneamente, ou muito rapidamente entre uma pessoa e outra, e que não requer os meios físicos que normalmente estão as-sociados com a comunicação. Portanto, esta é a Banda Telepática 1 e eu marquei-a aqui com outra caneta. Vamos chamar-lhe aqui o nível vermelho, esta é a B.Tp. 1.
OK? Depois temos o “nível do pensamento”, de consciência, precognição, intuição, o que quiserem chamar-lhe, e a isso vamos chamar Banda Telepática 2. OK? Agora, vamos ainda observar outra coisa: podem pegar neste pensamento e pôr-lhe pressão em cima. Já viram isso acontecer em hipnotismo, ou nalgum espectáculo de feira quando alguém tentava controlar outra pessoa usando muita intenção? Então eles conseguem fazer passar o pensamento com muito... “Não podes abrir essa porta!” ...mas sem o dizer, intencionando isso com muita energia. Raios, com muitos raios para lá. Isso mesmo… como um raio. Bem, isso seria o pensamento colocado com um raio-energia, ou como uma força. Ora aqui, podemos dizer que o pensamento está numa banda de um “raio-energia”... porque o pensamento não vai só assim, mas é normalmente… é um pensamento muito pesado porque, normalmente há algum perigo associado a ele. Muitas destas ocorrências de intuição e conhecimento têm algo a ver com a outra pessoa estar em apuros, a outra pessoa estar com medo, a outra pessoa estar numa situação em que – Bum! – e ligam-se. Ligam-se por causa da energia envolvida na gravidade do assunto. Portanto, vamos chamar a esse nível de pré-cognição, “raio-energia”... o pensamento com um raio-energia dentro.
Ora, há outra Banda que é a que eles desconhecem. Porque estas duas primeiras estão a ser utilizadas e investigadas agora na Terra. Há uma outra – Banda Telepática 3 – e, apenas para efeitos práticos, podemos referir-nos a ela como “pensamento”, e podemos pôr aqui Theta.
Banda Telepática 3 – Pensamento num nível Theta. Ora isso refere-se ao ser espiritual, ou ser consciente da consciência da pessoa, que é o pensamento puro. O tipo de pensamento que talvez tenham quando estão meramente a ler, quando estão meramente a pensar sobre alguma coisa agradável, quando estão meramente a observar e a entender o que observam. Não contem nenhuma emoção especial, não contem nenhuma força especial, está num nível de postulado, ou num nível de energia muito ténue. Não direi que não existe nenhuma energia ligada a isto, mas seja qual for, ela é muitíssimo ligeira e está muitíssimo separada, quase fora, totalmente fora do universo físico. Então chamamos a esse nível, Theta. Muito leve. Ok. Então este – vamos desenhá-lo aqui com uma linha muito fina. Este é pensamento com um raio, é o 2. E o 3 aqui, é pensamento puro. Ora este é o nível telepático prático, porque elimina os problemas com a matéria, energia, espaço e tempo. Elimina os tais problemas que tivemos no primeiro desenho: usar toda aquela energia, usar um espaço no meio deles, e esperar o tempo que aquelas mensagens levavam para serem empurradas por aquela distância, esperar pelas chamadas de longas distância. Ora, vamos pôr essa aqui. (Fig. II)
Quero agora sublinhar que o actual nível de investigação neste planeta tem principalmente a ver com isto e isto. (B.Tp. 1 e B.Tp. 2). São estes os que as redes de espionagem usam, e estão agora no limiar deste nível, e é por isso que ainda são como que aprendizes. A emoção… mostro-vos agora a onda, como é que estas ondas flúem, certo? (Ver Fig. III) Peguemos na número 1, que é a vermelha. Esta é a 1, que vamos pôr aqui. Banda Tele-pática 1 – emoção. É assim que a coisa sai, em círculos concêntricos, olhem deste lado e daquele, é assim que sai – em todas as direcções, certo? Faz: "Baaaahhh..." Fig. III
Figura 3
Qualquer um a pode sentir numa sala, quer esteja neste lado da pessoa, ou naquele lado, ou acolá, ou mesmo por cima. Esta é a Energia da Banda Telepática 1. Não é lá muito prática se quisermos manter uma comunicação privada, mas pode usar-se.
OK. Número 2, temos o feixe, o feixe de pensamento. Ora bem, este opera assim. Feixes de pensamento… arrancam e espalham-se. Segue o mesmo padrão de uma mangueira de água, ou é assim como mandar um fluxo de água pelo ar tentando dirigi-lo numa linha recta, mas devido a interferências, e a coisas do universo de onde recebe forças contrárias, tende a espalhar-se e a dissipar-se. Ora, então aqui, o feixe de pensamento espalha-se, e se olharem daqui de cima, ela também se espalha assim. Faz um cone que a partir daqui se espalha. Portanto, essencialmente o que acontece, é que se espalha e se dissipa. O que significa que, assim que sai, a sua intensidade diminui. Não sei qual a exacta lei matemática para isto; se é o dobro da distância para um quarto do efeito que podiam ter, na fórmula da gravidade, ou numa espécie de fórmula da intensidade da luz ou do som em que, quando a distância é o dobro apenas se tem um quarto do efeito, isso normalmente é para esferas, fluxos esféricos. Estou certo que funcionaria aqui (B.Tp.1), mas neste feixe (B.Tp.2), há nele alguma espalhação, e alguma dispersão. Esse seria mais análogo a um laser, porque um laser arranca daqui da Terra e chega à Lua, começa aqui como um lápis fininho de luz, e na lua pode chegar a ter um tamanho assim (2 metros de diâmetro). Portanto, dispersou em certa medida, e se tivesse continuado, teria acabado por se dispersar totalmente. Mas a B.Tp.2 é mais controlada que esta (B.Tp.1) que apenas sai para todo o lado. Portanto, é um fluxo controlado, mas é um feixe (B.Tp.2). Contudo, é esta que eu reparei que os Russos estão a usar neste momento.
Esta (B.Tp.2) espalha-se e dissipa-se. Por exemplo, um tipo trabalha a partir de Moscovo, e quer contactar alguém em Basileia, aqui mesmo, em Basileia; ele dirige o seu feixe para Basileia, mas na realidade, pessoas que estejam aqui em Zurique, ou que estejam em Estugarda podem também interceptá-lo, estão a ver? Tal como um tipo que passasse de avião o podia captar, ou alguém que estivesse abaixo, num vale, abaixo de onde o tipo estava a transmitir, num ponto mais abaixo, podia captar a mensagem telepática.
Portanto, não é lá muito seguro. E é com isto que eles estão a operar neste momento. Nos Estados Unidos, provavelmente também os Ingleses, embora estejam muito calados, e os Russos, estão de facto a operar com isto, assim como os Chineses. Na China estão mesmo a seleccionar pessoas. Descobrem crianças com certas capacidades psíquicas e educam-nas e, sem as invalidar, tentam explicar-lhes como fazer cada vez melhor, para fazer delas espiões.
Seja como for, este é o problema: “feixe de pensamento”. Não estamos interessados nisso. Se receberem mensagens dessas, podem realmente, e em resposta, comunicar directamente com a Banda 3, e eles vão ficar muito confusos. Vão pensar: “Eh pá, isto é o máximo! Quem é que fez isto? Onde é que está?”, e tal, e tal. Não vão saber. Mas a Banda 3 é que é boa. Reparem que esta (Banda 1) é comparável a pessoas a gritar umas às outras, porque a voz é ouvida em todo o lado, certo? E esta aqui (Banda 2) é mais comparável a pessoas a fazerem sinais de luz umas às outras para comunicar, ou a usar qualquer tipo de transmissões de rádio, em que a mensagem sai de uma ponta para a outra, mas na recepção ainda se espalha, e qualquer pessoa que esteja por perto do receptor de rádio pode ouvi-la, certo? Então, ainda é preciso algo mais directo para ter comunicação telepática pessoal, que seja mais como o telefone, em que só um a pode ouvir. Bem, nas linhas telefónicas da actualidade, entre uma pessoa numa ponta da linha, e a outra pessoa na outra ponta, há talvez muita gente a escutar, ou a gravar para ouvir mais tarde. Esta é uma actividade favorita dos governos de hoje, porque o computador pode monito-rizar as chamadas telefónicas. Eles adoram isso. Ora bem, isso é a Fig. número 3.
Passamos agora para esta... Fig. Número 4.
Figura
4
Peguemos agora em pensamento… esta é a Telepatia ao nível Theta. Muito bem. Temos uma pessoa aqui, e uma pessoa ali. E elas querem ligar-se por comunicação telepática. Ora, por este método não temos esta espalhação, não temos um feixe como este. (Fig. 4)
O que fazemos é… esta pessoa tem a consciência, digamos… este é o espaço em que a outra pessoa está, digamos que está no seu quarto, em sua casa, ou algo assim, e esta outra pessoa está na casa dela. Bem, o que aqui se faz, na medida em que eliminamos tudo o que as separa, é que isto agora se passa a um nível de conhecimento, de consciência. Esta pessoa está imediatamente em comunicação com esta outra pessoa, mal ela a possa duplicar.
Podemos realmente fazer um duplicado, ou saber que a duplicação existe. Aquela pessoa está ali. Então, o que faz é... essencialmente diz, ou tem a intenção que esta pessoa fique consciente dela, que quer comunicar, e juntar estes dois locais distantes. Então aí obtém-se essencialmente a soma. Isto torna-se neste desenho aqui... e temos este tipo de coisa. As duas pessoas duplicando exactamente o que a outra pessoa faz, como se esta pessoa estivesse a ler mesmo por cima do ombro da outra, e este tipo aqui estivesse a ler por cima do ombro daquele, estão a ver? (Ver Fig 4)
Ora, é tal qual como se quisessem comunicar uma mensagem breve, e a escrevessem num papel e alguém, sentado ao lado, lesse o vosso papel, e talvez respondesse no seu papel, e vocês liam por cima do seu ombro. Ora, se pudessem fazer isto a uma certa dis-tância, estariam então em comunicação telepática. Por exemplo, esta pessoa estava sentada na sala do lado, e escrevia algo, e vocês escreviam na vossa folha exactamente o que a pessoa havia escrito, e depois respondiam, e ela escrevia o que tinha sido a vossa resposta. Estamos a falar num procedimento do tipo telex, que poderia ser usado na co-municação telepática. Claro que podem fazê-lo directamente de mente para mente, ou de pessoa para pessoa, contudo negligenciamos isso por não se destinar a fazer negócio, nem como instrumento para ajudar a vossa organização a poupar na conta de telefone, estão a ver o que quero dizer? O que tentamos fazer aqui é introduzir-vos no uso sensato da Telepatia.
Claro que podem sempre comunicar com a pessoa. Mas vão descobrir que nesta situação, em que as pessoas podem ter consciência umas das outras não importa o espaço, isto pode entrar no power-x, espaço infinito. Seja lá que distância for, isso não interessa. Porque o poder desta pessoa de imaginar, ou conhecer aquela outra pessoa, e entrar nesta relação, em que ambas podem realmente ler os pensamentos uma da outra directamente, é apenas proporcional... esta situação é proporcional àquilo que chamamos o ARC entre elas. E isso é a sua Afinidade, ou gostarem-se – como, ou quanto gostam uma da outra, quanto espaço podem tolerar entre elas, perto ou longe. A sua Realidade, isto é, o melhor é acreditarem que podem fazê-lo, senão não serão capazes de o fazer; e a realidade so-bre as coisas que vão comunicar, certo? E, é claro, o seu próprio nível de Comunicação.
Se alguém tentar comunicar-vos uma fórmula atómica, que tenha a ver com física nuclear, ou coisa parecida, e vocês não passaram sequer a matemática no liceu, não vão conseguir receber lá muito dessa comunicação. Não vão ter muita realidade e podem até ter uma queda de afinidade. Então, o que se passa é que, como estas coisas (ARC) se constroem, a troca telepática também se pode construir.
Portanto o que fazemos aqui é eliminar as outras partes – aquilo que vimos aqui antes – todas estas partes físicas da fórmula da comunicação. Estamos só a pôr os dois seres... não os seus corpos, vejam bem, é ter consciência da pessoa enquanto indivíduo... e estas duas pessoas trocam comunicação, colocando-se a si mesmas em tal completa afinidade, realidade e comunicação, que podem trocá-la directamente, e é muito, muitíssimo exacta. Isto é muito mais exacto que muitas das secretárias executivas que já vi. Essas dão erros de dactilografia assim como os livros que tenho lido recentemente publicados contêm erros de tipografia, certo? Em todos os livros que já vi publicados – e eles são impressos nas maiores editoras – há sempre dois ou três erros de tipografia. O que é isto? A duplicação está em baixo – as pessoas são mal-instruídas, ou drogam-se, ou o que seja.
Mas, o ponto está em que estas pessoas, numa troca ou transacção telepática, podem duplicar exactamente o que a outra pessoa está a dizer. Se escreverem mal uma palavra, a outra pessoa pode escrevê-la mal também, e precisar de correcção. Mas o importante é que vão duplicar a mensagem exactamente. E agora, para realmente pôr isto operacional... como é que vamos pôr isto operacional? Bem, primeiro temos de praticar... Vamos agora aqui entrar nas maneiras de fazer os exercícios telepáticos.
Exercício Número Um:
Vamos fazer assim, primeiro largam a dependência de espaço. Ou recuemos até ao básico mais antigo. Primeiro, têm de descobrir que esta é a linha que se usa. Então, o primeiro exercício que faremos tem a ver com isto.
Exercício: Localizar a linha Theta da Banda Telepática 3. Isto é: para a localizarem, têm de a destacar desta coisa e desta coisa e desta, certo? Então têm de descobrir que há uma tal Banda aqui e diferenciá-la da B.Tp.1 e 2. Esse é o vosso primeiro exercício: descobri-la, e saber quando a tiverem, e saber que não é nenhuma das outras duas Bandas, de emoção e feixe, certo? Esse será o primeiro exercício. Iremos fazê-lo daqui a pouco.
Exercício Dois: Agora, o segundo exercício é: gradualmente reduzir a necessidade de terem o espaço encurtado. Vejam aqui o resultado final, estamos a chegar a um tal “ARC” – ou Afinidade, Realidade e Comunicação – que eles podem trocar comunicação directamente. A maioria das pessoas está habituada a confrontar pessoas através de um pequeno espaço. Tem de ser muito perto para poderem comunicar. Mas, à medida que se vão afastando cada vez mais, vai sendo cada vez mais difícil consegui-lo – até que por fim têm de usar o telefone. Estão a ver? Temos de eliminar a dependência do perto e do longe ou da quantidade de espaço que podem tolerar para este fim.
Portanto, o que se faz é: Praticar um exercício de reconhecimento telepático simples, e depois estender gradualmente o espaço. Trata-se de facto de uma pequena série de exercícios. Isto faz-se com alguns objectos, ou cartões, ou 3 números, ou com o que quiserem – pequenos objectos – colocados em cima de uma mesa, e pôr uma pessoa a dar à outra, ordem para começar. Depois a outra pessoa diz: “Sim” ou “Não”. Sem fazer batota. O tipo pode dizer: “Bem, sim, ok.“ (Pode realmente descobrir-se em que Banda o tipo estava, ou se estava a fazer certo ou errado.) OK. Depois a outra pessoa faz com esta pessoa e diz: “OK. Começa.” “Ah, hum, acho que é isso” “OK” Bum, bum. Prossigam.
Agora o que estão a tentar identificar é exactamente o que este tipo... ou seja, por onde é que ele passa? Onde está a sua linha? Onde realmente está o pensamento? Ora, este é o primeiro exercício. De um lado para o outro da mesa até que o pensamento esteja lá, e as coisas sejam reconhecidas imediatamente, assim que o tipo pensar nelas. Compreendem?
Depois, uma pessoa fica nesta sala com parte dos objectos, e outra pessoa vai para a outra sala com os outros objectos, e falam pela porta. Assim, podem ouvir-se, mas agora sabem que não lêem a cara uma da outra, nem nada – apesar disso, recebem de facto a linha telepática sem terem de estar no mesmo espaço. Há agora uma barreira entre eles, mas mesmo assim podem comunicar. E uma vez que o consigam, podem então ir para outra área do edifício, ou para o outro lado da rua, ou para onde for, e fazê-lo. Estão a ver? Mas agora… o que tem de entrar aqui? Temos de introduzir um arbitrário nos exercícios de comunicação telepática. Quando começarem a fazê-la a uma tal distância, têm de ter uma sincronização de tempo. Senão vão talvez começar quando a outra pessoa estiver a pensar noutra coisa, ou a atender o telefone. A atender o telefone, quando o que vocês querem é entrar em comunicação telepática!
Vão então ter uma estranha sensação do género: “Ena, o que é isto, parece que agora não é a altura certa...” porque não está bem. As unidades de atenção – a atenção, ou esta linha aqui de ARC, a linha de afinidade, pode estar ali, na direcção de outro alguém nessa altura. Portanto, não está nesta troca telepática específica. Então o segundo exercício telepático é estender espaço num gradiente... isto pode ser numa, ou em duas salas.
Então, o Exercício Número Três é: praticar o exercício de reconhecimento telepático à distância. Mas agora não podem facilmente falar e assim, podem ir para duas casas separadas e usar telefones para verificar os resultados a horas combinadas. Ora isto é tal como se usasse um telex: “Vou mandar-te um telex às 8 da manhã”, “Vamos chamar por ti”, estão a ver? Então a máquina de telex aqui chama a máquina de telex ali. Muito bem, chama. Depois a pessoa diz: “OK, à escuta. Prossiga.” Então envia-se a mensagem. Agora é a vez da outra pessoa enviar a sua mensagem, estão a ver? Tem de haver uma hora combinada em que ambas as pessoas estejam dispostas a sacrificar tudo o resto, e ter o ARC para fazer o exercício telepático. Tal como quando toca o telefone: “Desculpa, é só um minuto, tenho de atender o telefone.” Isto é uma coisa normal na sociedade, não é? Normal! Uma coisa normal – o telefone toca quando eles estão a falar e: “Ah, tenho de atender o telefone.” Porquê? É outra linha de atenção para uma outra pessoa – outra linha de comunicação – para alguém que está longe, portanto é mais importante atender e descobrir de quem se trata, porque pode-se sempre falar com a pessoa que está aqui – ela está aqui ao pé, estão a ver? “Ah, é alguém de longe a chamar por mim! Eia!” Agora suponham que surge alguém com Telepatia lá mesmo do outro lado do planeta! Bem, não vão querer que isso interrompa as vossas chamadas telefónicas, e as vossas saídas, e idas à rua, e as vossas compras, ou o vosso negócio, ou assim. Portanto, marcam uma hora. Marca-se uma hora. E dão essa prioridade e dizem, por exemplo: “Meio dia!”. Dizem: “Vai ser às 12 horas:” E escolhem uma sala sossegada, e fazem a vossa comunicação telepática com a outra pessoa. Está já combinado quem é que envia primeiro, ou então podem juntar-se e depois, se forem mesmo bons nisso, podem simplesmente dizer: “Bom, queres ser o primeiro?”, “Sim.”, “És o primeiro.” – Bum, Bum – mas fazem tudo isto com pensamento.
Recebem a mensagem dele, escrevem-na, enviam a vossa mensagem já escrita e assim, ficam com tudo escrito. Podem acabar com o negócio da companhia de telex, e também com a de telegramas e cartas. OK. Portanto, têm de ter um acordo para praticar este exercício, certo? Ora este é o exercício de reconhecimento a uma grande distância.
Exercício Quatro: Exercício para praticar mensagem telepática. Agora vamos fazer o exercício com mensagem. Primeiro, de um lado para o outro da mesa para ganhar familiaridade com isto. Depois, de uma sala para outra ao lado, e depois de uma casa para outra, ou para outra área. O exercício com mensagem não é mais difícil que o do reconhecimento apenas com a, b, c ou objectos, por exemplo, uma parede, uma vela, uma corda, um envelope. É simples. Estão apenas a receber uma palavra. Mas agora estão a receber mensagens. Portanto escrevem uma mensagem completa e a outra pessoa escreve a sua mensagem, e tentam entrar em comunicação com ela para receberem a mensagem dela e enviarem a vossa. Depois, juntam os papeis e comparam, OK?
Exercício Cinco: Digo-vos que trabalhei nisto em Espanha com um tipo, o John Caban. Fizemos este mesmo exercício que vem a seguir: Exercício para praticar mensagem telepática à distância e a horas combinadas. Fizemos este Exercício Número Cinco porque ele também achou que já o tinha treinado no passado. E assim fizemo-lo entre Madrid, Espanha, e um avião que estava quase a chegar ao aeroporto Kennedy, na Cidade de Nova York. Num determinado momento. Eu estava no avião, e ele estava lá em Madrid. Escrevemos as nossas mensagens e contactámos, escrevi a que ele tinha mandado e ele escreveu a que eu tinha mandado. E quando voltei a Espanha, passadas algumas semanas, puxámos por elas e juntámo-las e, 95% era a mesma coisa. 95% - havia uma ou duas palavras que eram diferentes... mas o sentido estava lá todo. O significado e o sentido das mensagens estavam lá. Apenas uma ou duas palavras, como “um” em vez de “a” ou coisa assim. Coisas sem importância. E essa foi a nossa primeira tentativa. Sem muito treino nem nada, apenas o fizemos numa espécie de ensaio para ver o que dava. OK? Ora isto a cerca de 6 mil e tal quilómetros de distância, e foi instantâneo.
Agora, Exercício Seis: Uma vez tudo isto feito podem querer estender a vossa rede e familiarizarem-se com outro terminal nos Exercícios Um a Cinco.
Isto significa que, uma vez que tenham praticado com alguém, ficam a conhecê-lo muito bem, e ficam a saber muito bem como receber dele e como enviar-lhe. Mas cada pessoa é um pouco diferente, e isto é o que vão descobrir ao fazerem comunicação telepática: Cada pessoa “é sentida” de forma um pouco diferente. Sentem-na um pouco diferente.
Seria sensato conhecer bem os terminais com que normalmente se está em comunicação telepática. É bom que se estabeleça alta afinidade, realidade e comunicação, necessárias para que não sejam enganados por alguém a fazer-se passar por outro. Cada terminal tem um padrão de reconhecimento definido, tal como cada telefone tem um número distinto, cada rádio tem um sinal de chamada distinto, não é? Cada pessoa com quem tenham comunicação telepática será diferente nas suas características de comunicação, sabendo isto, e conhecendo-as bem, nunca poderão ser enganados. Ninguém mais pode copiar esse padrão particular, pois isso é a individualidade da pessoa, certo? Então é por isso que fazemos o Exercício Número Seis, porque ele vai ensinar a fazer comunicação telepática sem que ninguém introduza dados falsos na vossa comunicação. Podem já ter sentido isso.
Tem havido telepatas russos a tentar interferir com alguns dos nossos, que têm algum conhecimento telepático, a fingir serem eu. Já tentaram fazer isso. Fingiram ser eu. De facto, uma vez ouvi um deles, e sei que alguns de vós já os ouviram, e eles fingiam que eram eu. Claro que estas pessoas sabem que não sou eu; as pessoas para quem eles enviam sabem que não sou eu, porque me conhecem. Mas essas outras pessoas que estão em Bandas inferiores, nestas bandas de emoção e feixe, essas realmente não entendem a Telepatia. Realmente não entendem de todo. Elas operam como se fosse uma coisa que pudesse ser controlada com matéria, energia, espaço e tempo e não uma coisa com que se pode fazer disso. É algo que é controlado pelas próprias pessoas. Tal como disse antes, deve haver nas comunicações muitos inimigos da Telepatia, porque a companhia dos telefones, a companhia dos telexes, os serviços postais e o correio vão passar um mau bocado. Eles vão ter de melhorar muito, porque a Telepatia é muito mais rápida e não custa dinheiro. Portanto, é melhor que apurem os seus serviços ou competiremos com eles.
Depois desta série de exercícios, podem ainda fazer este outro. Este é... entramos agora no mais ou menos: “Como os utilizamos” e esse tipo de coisas… mas agora podem fazer uma coisa que é uma pequena “busca”, uma busca de terminais. Podem fazer o Exercício Sete que se chama: Busca de Terminais. Isto é, apenas deixar que a vossa atenção vá por aí, em busca de comunicação telepática de qualquer tipo, e escutá-la ou tentar obter um terminal que o possa fazer, e descobrir o que se passa. Ora isto fornece-vos informação, certo? E podem tanto procurar por terminais, como por dados.
Muitas pessoas transmitem telepaticamente quer o saibam ou não. Transmitem telepaticamente enquanto falam ou enquanto pensam. Transmitem telepaticamente. Se tiverem tempo de escutar podem reconhecer a linha, podem apanhá-la, e assim surge a ideia: “Eh pá! podem ler as nossas mentes.” Não, não lemos a mente. Não precisamos de ler a mente. Parece um monte de lixo. Isso não nos interessa. Mas quando alguém pensa e, sem o saber, estabelece uma linha telepática, então nessa altura, se entenderem a Telepatia, podem escutá-la. Podem apanhá-la, podem apanhar o seu sentido. Por isso vão pensar que lhes estão a ler a mente. Mas não estão. Eles estão a enviar! Eles estão a emitir. Eles estão a enviar para fora. Estão a dizer: “Aqui, aqui, aqui, sintam os dados.” A culpa é deles. A culpa é mesmo deles. OK?
Agora perguntem… agora deve haver uma pergunta ou outra sobre tudo isto... sobre estes exercícios. Podem ver a distância aumentar, podem tentar contactar pessoas, tão longe quanto possam imaginar, e conseguem. Mas quero salientar que há coisas aqui com que é preciso ter cuidado. Vejamos agora coisas que podem não correr bem. Bom. Coisas que precisam ser “tratadas” ou “corrigidas”. São acções de Qual, ou pode dizer-se acções de Qualificação ou de Revisão disto.
1. Fixo na banda errada = Fazer Exercício 1
2. Recebendo, mas não do terminal certo:
A. Pensamento electrónico amplificado = Exercício 1
B. Impostor
=Exercício 6.
C. Espiritual (disparate) = Exercício 6 (e dizer "vai embora" com intenção.)
D. Linha de um Grupo
=Exercícios 6 e 7.
3. Melhorar a capacidade psíquica =Processamento & Treino.
Ora este é o Exercício de Revisão, ou Número Oito. Se acontecer em qualquer altura... digamos que é uma precaução ou, digamos uma acção de revisão. Ora a primeira coisa que podia acontecer é uma pessoa ficar pendurada numa linha errada e sem fazer mais nenhum progresso. Por outras palavras, podem ficar penduradas por usar uma Telepatia emocional e ficarão para sempre presas à Telepatia emocional.
Ou podem estar penduradas nesta Telepatia de feixe, e ao afastarem-se vão perdendo a comunicação porque a coisa dissipa-se demais e não pode ser recebida. Ora isto trata-se voltando simplesmente atrás, e fazer o Exercício Um, que é onde as bandas se diferenciam. Portanto se a pessoa estiver fixa numa “banda Errada” deve fazer o Exercício Um. OK?
Outra coisa é ter… digamos, há espíritos no planeta, e há certas radiações no planeta, como ondas de rádio e outras projecções... a propósito, os governos estão também a fazer experiências com a amplificação do pensamento, e sua projecção em micro-ondas, para vos poderem hipnotizar à distância, ou colocar pensamentos na mente.
Há que reconhecer estes, digamos, espíritos fantasmas, ou espíritos sem corpos, ou apenas unidades de consciência à volta do planeta, ou estes feixes fantasmas que chegam com mensagens em cima deles que vos dizem: “Tenham calma! Tenham calma! Tenham calma!” – é o que estão a fazer em Inglaterra, é o murmúrio deles lá: “Tenham calma! Tenham calma!”. Portanto, se alguém receber destas coisas pode dizer: “Eia, recebo cada mensagem telepática mais estranha!”. Alguém que vos diz: “Olhem que belo pôr-do-sol”, ou “Não! Isso é errado. Estás a fazer mal!”. Só afirmações estranhas e despropositadas, estão a ver? Mas podem recebê-las de Thetans livres, certo?
Portanto digamos que “recebendo mas não do terminal certo”. E há quarto situações:
1. Pode ser electrónico, pensamento amplificado electrónico. E nesse caso teremos um fenómeno tipo onda – sentem-no como um zzzz – terá junto um silvo baixo. Será assim como ouvir uma televisão ligada, estão a ver – iiiiiiiiii – sabem como é, a onda que se sente, aquela coisa com alta frequência que vem junto. Um pensamento amplificado, pensamento amplificado electronicamente, soa como que impessoal e robótico. Chega tal como um zombi, como um comando tipo robótico ou coisa parecida. Não tem nenhuma personalidade associada. Podem sentir que em tempos houve lá uma personalidade, mas já foi arrancada de lá pela electrónica, e é assim que pode ser diferenciada.
2. Podem ter um impostor. Isto é, uma pessoa a fazer Telepatia fingindo ser outra pessoa. Podem dar sempre por isso, conhecendo bem e, treinando com a pessoa com quem vão comunicar, terão o ARC bastante alto, para não se poderem enganar. Portanto, pode ser um impostor, e mais uma vez isto trata-se com os exercícios. Tudo isto se trata com exercícios. Vejam aquele – pensamento electrónico amplificado – aquilo trata-se com a primeira parte da conferência, e também com o Exercício Número Um. E este trata-se com o Exercício Número Seis – familiarizar-se com os vários terminais com os quais se comunica, certo, para não terem impostores.
Vejam que isto pode vir de outros espíritos na atmosfera que andem por aí – hummmm – assim, ARC espiritual, mas disparate. Sem fazer nenhum sentido com o que vocês estão a fazer, nem nada. Não faz nenhum sentido. A isto… podem apenas dizer para ir embora, estão a ver? Com o Exercício Seis reconhecem de quem é que estão a receber, e depois é só dizer a esta pessoa... digam-lhes: “Vão embora!” com intenção – a mesma intenção que usam na Telepatia – e eles vão. Dão-lhes a mensagem telepática: “Saiam daqui! Vão embora!” E eles vão porque respondem à Telepatia, eles enviam qualquer coisa para que apenas lhes respondam. Vão descobrir que normalmente é um feixe, normalmente é na banda de feixe e emoção, do género: “Tenho medo! Tenho medo!”. Ouve-se uma vozinha: “Tenho medo! Tenho medo!” - “Vai embora...” OK?
3. Podem também apanhar uma... como se chama isso?... linha de um grupo. Isto é, alguém está a falar ou a enviar Telepatia sem o saber. Ou está a enviar para alguém aqui, mas está a espalhar-se até acolá, usando uma banda inferior. Por outras palavras, vocês estão a entrar numa comunicação telepática que não é para vocês. Alguém pode estar a emitir sem saber ou, como no caso dos espiões russos, eles enviam num feixe e alguém intercepta a mensagem que diz: “Agente 30402 Veruschka vai imediatamente para Petrograd...” Estão a ver, coisas como esta. De onde diabo é que chegam estas coisas? Mas ouvirão coisas destas.
OK. Portanto “linha de um grupo”. E isso também se trata com exercícios... passando os Exercícios de um a Seis outra vez. E fazendo o Exercício Sete, ficam mais familiarizados com estas coisas. Por isso, o Exercício Sete vai resolver tudo isso porque vão ficar familiarizados com o que estão a receber. Podem mesmo dizer: “Ah, isto é isto, isto é isto e isto é isto.” Bum! Não têm de ligar o rádio se não querem ouvir rádio. Estão a ver o que quero dizer? Isto é como o rádio, liga-se ao tipo que se quer, mas se alguém entra na linha, podem desligar o rádio. Não têm de ouvir estas coisas. OK. Portanto estas são as coisas principais com que podem deparar-se.
4. E se uma pessoa estiver “colada, e não conseguir mesmo descobrir esta coisa de Telepatia”, há ainda uma outra coisa que pode ser tratada, que é melhorar a capacidade Theta do psíquico. E isso faz-se, de novo, com processamento e treino em Cientologia. É isso que se tem feito ao longo de trinta anos. E reparem que tem sido um dos assuntos mais atacados no mundo. Os fanáticos e repressivos tentam tomá-la, roubá-la, matá-la, cegá-la, matar as pessoas que estão nela e tudo o mais. Ela é tão fantástica que melhora mesmo as capacidades psíquicas, posso garantir-vos isso. E quem a fez honestamente durante trinta anos, tem bastante boas capacidades psíquicas. Portanto. Para já é tudo. Mas assegurem-se de recorrer às pessoas certas. Não às pessoas que estão a tentar despedaçar-vos. Vão a alguns dos Grupos da Zona Livre Independente, e eles vão dar-vos o processamento e treino necessários para vos ajudar a melhorar essas capacidades.
Portanto estes são os tratamentos para qualquer coisa que corra mal nos exercícios, ou com a pessoa na prática da Telepatia.
Há algumas perguntas sobre tudo isto? Muito bem. OK. Obrigado.
Ora bem, este é o fim da parte sobre exercícios e “como-se-faz”. OK. Obrigado.
* * * * *
OK. Bem, agora já todos fizeram um pequeno intervalo e tiveram oportunidade de falar sobre isto e treinar os exercícios... (ou pegaram na fita de vídeo, e depois sentaram e fizeram estes exercícios, ou compraram uma fita de vídeo com todos estes exercícios, ou puderam mesmo comprar os exercícios, em emissão separada; mais tarde iremos talvez ter uma transcrição da conferência para venda).
Mas agora quero voltar atrás a algumas das questões que me puseram no princípio, e quero que de facto compreendam aqui uma coisa. Qual realmente é o objectivo de fazer este seminário? Para que é que pode servir? A que é que isto se pode aplicar? Se acabarem com o negócio da companhia dos telefones, isso não significa que fiquem mais ricos, nem coisa parecida, porque com que é que a iriam substituir? Vocês vão apenas ser... toda a gente pode aprender Telepatia. A minha ideia é que toda a gente devia aprender por ser uma necessidade para a sobrevivência.
Mas o que fazer com tal conhecimento? Bem, uma das coisas é: Primeiro, podem ficar em comunicação com os vossos amigos, aconteça o que acontecer aos sistemas normais de comunicação – telefone, telex e coisas assim. Não vão ter de depender, não têm de depender dos sistemas normais de comunicação. Consequentemente, em caso de guerra, desastre, problemas económicos ou se não puderem pagar a conta do telefone, ainda assim podem comunicar. Ora isso é uma vantagem.
Segundo: Isto dá-vos uma mais alta compreensão da outra pessoa e da sua natureza, e também alarga o vosso modelo de rede. Podem tornar-se como num grupo de operadores de rádio-amadores, e ter toda uma rede de telepatas com sinais identificadores de chamada e tudo – como fazem os camionistas ou assim. Por exemplo: “Este é o telepata ‘Docemente’…” – estão a ver – “e ‘Melpensamento’ em linha”. Eles têm etiquetas identificativas, sabem. Assim podem ter toda uma gíria do tipo CB adaptada à ideia da Telepatia. “Eis que o ‘Gigante Mental’ liga”. Sim. Estou a ver isto acontecer. E uma vez que tenham tal rede (riso) hahaha... era esse talvez a sua alcunha no passado... hahaha... ‘Docemente’ ou ‘Melpensamento’... hahaha... Seja como for, apenas me quero referir a isto como uma possibilidade.
Além disso, ninguém vai ser capaz de vos enganar com pensamentos electronicamente dirigidos, amplificados através de maquinaria ou ondas electrónicas, não vão ser capazes de vos enganar, nem dar ordens falsas, nem directivas, nem ideias por essa via. Provavelmente ficarão totalmente imunes a coisas desse tipo, assim como ao hipnotismo e a várias outras formas de controle.
Podem ainda ser capazes de receber e monitorizar pensamentos, que podem ser perigosos para o vosso país, ou para vós mesmos, ou para a vossa comunidade, tal como vos contei – por exemplo, os espiões que usam destas coisas.
Agora se quiserem agrupar-se em rede e montar um serviço de observação… isso também seria inteiramente aceitável. Um serviço de observação por telepatia, com uma pequena “central”, onde as pessoas descobrem o que realmente se passa no mundo. Talvez escrever num papel vulgar e enviar para o centro de verificação. Ou telepatizar, se o centro de observação puder ter pessoas lá, durante as 24 horas do dia, a receber todas as comunicações telepáticas, com horários estabelecidos para cada uma delas. Mas, neste caso o mais fácil é de facto telefonar, ou enviar por computador, ou por correio para que tudo se possa agrupar e publicar como num panfleto, estão a ver? E poderia ler-se: “Olhem! Hoje, quinhentos telepatas sacaram que os russos estão a preparar uma manifestação de toda a Europa, e isso vai acontecer em Paris no dia 17. Quem quiser estar presente, é favor reservar hotel já, porque vai ser no dia 17.” E assim, podem fazer coisas giras como esta. Simplesmente “dar cabo” de cenários como este, estão a ver? Coisas planeadas para vosso divertimento, e que aparecem nos jornais só depois de terem ocorrido, podem ficar a saber delas com antecedência. Portanto não vão de facto precisar mais de jornais. Há muitas coisas aqui, e espero que realmente as apreciem na totalidade.
Agora uma das perguntas que reparei que ninguém fez, mas que quero responder é: Então e os cerca de 190 diferentes idiomas usados neste planeta? Como é que se pode alargar a rede telepática – sem saber 190 línguas diferentes – a toda essa boa gente à volta do planeta? Bem, há uma coisa – além de fazer como dissemos, com palavras e mensagens e assim – há uma coisa que é Telepatia Conceptual.
Quando começarem os exercícios usando objectos, passem a “ideia” de um objecto ou o “nome” de um objecto, podem fazer de ambas as maneiras. Podem dizer: “Isto é uma fita”. Mas também podem dar o conceito disso. Por outras palavras, dar uma imagem ou um conceito de uma embalagem de fita e a outra pessoa recebe isso: “Ah!”. E na sua língua diria: “Tape” ou “Cassete Vídeo”.
Portanto a Telepatia pode ser com palavras porque o que se apanha é o pensamento. Se o tipo pensar em palavras, vocês apanham as palavras. Se ele pensar em conceito, vocês apanham o conceito. Assim se ele pensar nessa fita a ser metida dentro dessa máquina, a outra pessoa irá receber:”Ah, quer que eu meta a fita na máquina.” Portanto a Telepatia pode transcender as barreiras da linguagem. Pode também ser feita em conceito.
De facto, podiam repetir todos estes exercícios e fazê-los só em conceito, sem usar palavras. Usariam um conceito – um conceito daquele objecto, um verdadeiro... “visualizam” o objecto e enviam-no assim. A linha telepática é uma linha muito leve – não requer nenhuma energia, nem muita força, nem nenhuma emoção, nada disso. É mesmo muito leve... é mesmo fácil... é só pensar em pôr a fita dentro da máquina. Mas é preciso ter a compreensão que vai ser duplicada noutro ponto, conhecer esse ponto e entrar em ligação com esse ponto.
E então, assim que a pensam, é imediatamente recebida, sentindo-a a outra pessoa da mesma forma. Esta é portanto a próxima fase de expansão da Telepatia: mudá-la para Telepatia conceptual. E desta maneira vão descobrir que podem estar em comunicação, até com espécies raras: pessoas como os cobradores de impostos, e coisas assim. Aqui estou a referir-me a espécies raras, pessoas que fingem que não são humanas. Portanto, podem de facto entrar em comunicação, assim como observar as suas actividades.
Podem agora ver porque se tem escrito tão pouco, e se tem revelado tão pouco a Telepatia nos últimos milhares de anos. Isto porque, primeiro é um assunto muito simples, e depois porque é muito perigoso para aqueles que querem manter o controle sobre vós. Porque, assim que começarem a usar a Telepatia, e alguns dos vossos amigos usarem a Telepatia, e assim que puderem treinar outros a usar a Telepatia vai ser muito difícil escravizar-vos, vai ser muito difícil tomar as vossas liberdades.
E esse é realmente o meu objectivo ao dar-vos esta conferência, e este seminário sobre Telepatia. Não quero que sejam escravos. Quero que todos vós gozem a vossa liberdade, e que a gozem com outros que, tal como vocês querem que outros se expandam, sejam livres, e estejam em comunicação com quem quiserem, sem estarem sujeitos a problemas de matéria, energia, espaço e tempo ou da conta do telefone.
Isto, resumidamente, explica exactamente porque vos dou este seminário e o que ele é, e também porque nunca tinham ouvido nada disto antes. Mas agora que já ouviram falar disto, já o podem usar? Já o podem fazer? Querem ser livres? Se querem, e se compreendem que: se quiserem praticar isto, e se o quiserem fazer, e se quiserem alargar a rede, então acho que teremos uma maravilhosa Nova Civilização aqui, e será tão livre e tão divertida que os dias do presente, e os problemas do presente terão todos desaparecido, e não teremos mais nada para além de uma sensação estética de que toda a gente compreende toda a gente, e poderemos estar em paz, e poderemos ser felizes. Muito obrigado.
* * * * *
Bom, OK. As pessoas aqui do projecto piloto já fizeram alguns exercícios telepáticos envolvendo o reconhecimento de objectos, aumento do espaço, usando números, letras, palavras e depois mudando de parceiros e enviando mensagens e ficando com a ideia dos diferentes terminais. Gostaria só de ouvir de cada um deles curtas declarações sobre os êxitos que tiveram, e o que descobriram enquanto faziam estes exercícios. Claro que não chegámos ao Fenómeno Final, que é ser um comunicador totalmente treinado em Telepatia. Isso levaria algumas semanas. Mas o facto real da Telepatia, e que pode realisticamente ser feito, acho que se provou ser possível.
Primeiro começamos pela anfitriã – Marta – gostarias de dizer alguma coisa sobre os teus exercícios e sucessos?
“Antes do mais e em geral gostei imenso, depois compreendi que o potencial está lá, pode ser feito, precisa de mais algum treino. Isto tornou-se muitíssimo real para mim. É tudo.”
Muito obrigado. Ed?
"Sim. Primeiro foi perceber que isto realmente funciona, e depois foi a diferenciação entre pensamento e a verdadeira intenção, que no momento em que se começa a pensar nisso, começa de certa forma a desaparecer. Isso foi uma cognição que tive. E por outro lado, é como um bebezinho telepático que tenta dar os seus primeiros passos e cai, e assim, mas que pode andar. Essa foi a coisa que eu... ou o ganho que eu tive para mim próprio. E se eu continuar com isto, e começar a fazer os exercícios, então isto vai ficar perfeito.”
Obrigado. Bruno?
"Funciona. Acho que posso e vou ser um transmissor e um receptor, mas ser um comunicador, para mim é muitíssimo estranho – para já. Mas vou tentar treinar até ao Fenómeno Final para ser um comunicador, para usar esse chapéu também. Muito obrigado por nos dar este seminário, e os dados para esta capacidade."
Muito obrigado. Doutor Prinz?
"Ora bem. Estou muito admirado com a dimensão desta área. A dimensão é tão grande que eu não podia acreditar. É grande, tanto em sobrevivência como na questão da contra-sobrevivência, em ambas. E eu acho que devemos compreender claramente que podemos fazer todas estas coisas, e que elas são necessárias à nossa sobrevivência. Especialmente no meu trabalho. Descobri coisas semelhantes e por isso, para mim não é absolutamente novo. Novo é as linhas exactas, e a possibilidade de duplicar exactamente o que acontece. Creio que quando tivermos uns tipos que possam fazê-lo, eles vão poder proteger toda a nossa área e ter isso creio eu, é muito importante, assim como ter todas as boas informações, e as más informações para fornecer os fluxos correctores neste planeta. OK."
Muito obrigado. Doro?
"O que eu mesma descobri foi que, antes de fazer o seminário tinha uma ideia de: “Bem, Telepatia... existe e pode fazer-se, mas dá muito trabalho e é muito difícil...” e assim, e quando realmente comecei a fazer foi espantoso como foi fácil. Estava ali mesmo. E era de facto a diferença entre as bandas de pensamento e esforço. Mas é realmente espantoso como é fácil de fazer. E agora o que é preciso para ser um comunicador a sério, para enviar mensagens, palavra por palavra ou letra por letra, não é preciso mais que treinar, como sempre, tal como para guiar um carro e coisas do género. Conhecer a mecânica de um carro e saber o código não significa que se é um bom condutor, e é exactamente o mesmo para a capacidade Telepática que tem de evoluir com treino. E agradeço muito pelos dados."
Muito obrigado. Bom, Maria?
"Bem, primeiro fiquei muito contente de ter a oportunidade de fazer isto, e depois acho que foi um reconhecimento de uma compreensão passada que eu tive sobre isto, mas não verdadeiramente... a possibilidade de poder treinar. Lá atrás, na trilha, por tê-lo feito antes… portanto, o importante que retirei disto foi que é fácil, nada complicado. Temos apenas de sentir que se pode fazer, que é possível. E os exercícios vão possibilitar ficarmos melhores nisto e, eu gostei imenso.”
Obrigado. Bem, este é o fim do Seminário Piloto de Telepatia e isto é 27 de Outubro de 1984.
(Aplauso)