A aberração acima do tempo é: “Tem de existir um Jogo” (um postulado).
A dicotomia mais elevada: “Tem de Existir Um Jogo / Não Pode Existir um Jogo”.
O “Desfazedor de Jogos” é assim tão importante como o “Fazedor de Jogos”.
É necessário acordo quanto às regras e penalidades para a continuação do jogo.
Existem limitações ao próprio e aos outros.
Há Afinidade – Realidade - Comunicação com os outros para poder jogar.
A dor é a penalidade que será obedecida. Tem de haver uma penalidade que seja obedecida ou, de outro modo, ninguém se vai cingir às regras.
A Inconsciência das regras aumenta a realidade.
O jogo pode ter complexidades e níveis. A Escala de Tom é um mapa dos jogos do universo MEST.
Os jogos contêm fraudes e embustes para poderem ser vencidos.
O prémio de ganhar é fazer um novo jogo ou tornar isso possível.
É necessário ter um novo jogo preparado antes de se terminar o antigo ou, de outro modo, todos se tornam em Fazedores de Jogos Sem Jogo.
Pessoas que estão a tentar jogar o Jogo de Fazedor de Jogos. Por Ex. capitalistas e comissários.
Deterioração do Jogo até Nenhum Jogo: O Ciclo de Acção mostra todo o jogo como um objecto sem acção.
O Jogo chamado “Fazedor de Jogos” resulta em Não Jogo, e o Jogo chamado “Desfazer Jogo” resulta num Jogo.
Fazedor de Jogo: Sem regras.
Jogador de Jogo: Regras conhecidas, mas obedecidas.
Assistente de Jogador: Obedece aos jogadores.
Peça: Obedece às regras tal como ditadas pelos jogadores. Não conhece as regras.
Peça Quebrada: Nem sequer no jogo, mas ainda assim ali está.
Negar que exista um jogo.
Esconder deles as regras.
Dar-lhes só penalidades e nenhuma vitória.
Retirar todas as metas.
Forçá-los a jogar.
Inibi-los de se divertirem.
Fazê-los parecerem jogadores, mas proibi-los de o serem: à imagem de Deus, mas não podem ser Deus.
Para fazer com que uma peça continue a sê-lo, permite-lhe unicamente associar-se com peças e nega a existência de jogadores.
LRH