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5. VISUALIZAÇÃO

 

Um thetan tem duas capacidades: percepcionar e postular.

Quando um thetan percepciona qualquer coisa tal como ela é, essa coisa desaparece, isto é, volta ao seu momento de criação.

Aquilo que impede este fenómeno é a capacidade “criativa” do thetan. É que, quando ele observa alguma coisa tem tendência a tecer considerações sobre o que vê, interpretando e até colocando qualidades que o objecto não tem, isto é, usa a segunda capacidade: postula uma realidade alterada.

O desenvolvimento da capacidade de simplesmente observar também pode ser treinada.

Teoricamente, no campo mental, se o thetan conseguir apenas observar uma gravação de um incidente do passado, este desaparecerá.

O processo é simples, no entanto carece de uma total ausência de avaliação e invalidação. Ele tem de estar numa “Atitude Zero”, simplesmente vendo o que surge. De cada vez que tem um pensamento “analítico “sobre o que está a ver, ele deve detectar isso e voltar à atitude “zero”.

A “Visualização” é tanto um treino como um processo, isto é, de início o OT não vai conseguir grande coisa mas, à medida que o treina, os resultados vão sendo cada vez melhores.

Aliás, tanto em visualizações de partes do corpo como em incidentes ou remota, as primeiras impressões são manchas, traços ou imagens desconexas que não fazem qualquer sentido. Se mantiver a sua atitude zero, vão então surgir imagens sobre aquilo que quer visualizar.

Os benefícios são assim de duas ordens: ele alivia os incómodos que o afligem e aprende a observar sem alterar aquilo que vê, recuperando assim essa capacidade inata ao thetan: percepção.

 

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