Derivada da sua capacidade de percepção que, originalmente, abrangia todo o tempo e todo o espaço, o thetan tinha uma capacidade de que não suspeitava.
Trata-se da capacidade de fazer desaparecer qualquer coisa!
Isso sucede quando ele percepciona exactamente como algo surgiu. Implica aperceber-se do tempo, local, forma e evento em que surgiu e, se foi criada, quem a criou.
Chamamos a isso fazer o as-is (ver tal como é) de algo. No livro “Um estranho numa terra estranha” Robert Heinlein chamam-lhe “Grock” no sentido de entender algo completamente em cujo momento se desvanece. O mesmo termo foi recuperado pela empresa de Inteligência artificial “xAI” para designar o seu mais recente programa de IA.
Actualmente isto pode parecer magia mas, no estado original do thetan, era comum acontecer-lhe embora não soubesse porquê nem dominasse essa capacidade. As coisas simplesmente...desapareciam.
Isto causou-lhe muita ansiedade e levou-o a tentar de todos os modos construir coisas que permanecessem, coisas sólidas, reais e duradouras.
Tal foi conseguido introduzindo muitas vias no que criava de modo que fosse quase impossível saber o seu tempo, local, forma e evento.
A última alteração foi sobre quem era o criador. Ele disse:"Não fui eu, foi Deus!". Surge então… “Universo Físico”.
Mas a capacidade continua latente e ainda é útil e funcional no âmbito do próprio universo do thetan. Ele pode fazer o as-is dos traumas e incidentes que gravou na sua mente e que atormentam o seu quotidiano.
Para os fazer desaparecer só tem de investigar mentalmente o seu tempo, local, forma e evento e, quando o consegue fazer exactamente, a carga deles desaparece.